Nina + Field of Cops (tradução)

Original


Cameron Winter

Compositor: Cameron Winter

Seu prédio tá cheio de gente que te odeia
E que mordem dedos e comem de montes e alguém tá batendo
Todas as coisas cospem e gaguejam pra você
Mais perto e mais perto até a cidade inteira desabar
Enquanto a música quebra uma janela
Você desconfia de tesouros e capas de plástico
Todas as coisas tombam, o forno tá aberto
E a cozinha tá deitada
Meu nome vai soar velho pra você
Mas nomes são donuts no mar
Nomes são amendoins nas árvores
Nomes te pedem pra implorar por lixo
Oh, eu ando sobre tudo
Sobre dólares da sorte, cestos na areia
Óculos de Sol na chuva, marcas de pneu em cavernas
Nunca mais vou mandar uma caixa vazia
Vou falar com cada sala cheia
Vou aos grandes carnavais da dor
E lutar contra campos inteiros de policiais
E segurar um coco na minha mão

Nina sabe a razão, e ela olhou pra dentro da boca
Do que é ser uma montanha
E ela viu todas as boas pessoas parecidas com pombos sendo abatidas
E ossos sendo reduzidos a pó por cavalos selvagens insanos
Nina, eu não sou nada, mas quando você deita no piano
Eu sou lembrado que sou burro, e em cada quarto de cima
Um russo alto e sem filha tá chutando ovos de tico-tico até virar pó
Enquanto a música quebra uma janela

Homens das cavernas se beijando, andando sobre troncos
Baixo o suficiente pra passar por teias de aranha
E assistir às nuvens se afastarem
Dirigindo bêbado em direção ao mar
Vou estar aos seus pés em cada bote salva-vidas
Vou segurar esses limões na boca e correr
Uma das pessoas importantes em pé no seu peito
Vou amar o que me chutar mais forte na boca
Vou comer minhas chaves
Eu conheci um pouco de quem eu sou
Caminhando nas pontas dos dedos do real
Barricando cada portão de jardim
Sorrindo em cada copo de uvas
Eu faço safári no quintal do vizinho
Empurrando compras por pirâmides de dentes
Com as mãos na cintura
Oh, esse festival de idiotas, eu cuido desses campos de milho
Para as massas que cultivam bananas
Ficando pelado no avião, queimado de Sol na chuva
Tomates nos barris faltando já encontraram meninos de muitas mãos
Com cérebros rindo e cachorros latindo com dedos de gorila
O feio gatinho que precisa de rim vê que as cadeiras vazias querem alguém

Nina não tá ouvindo e ela olhou pra dentro da boca
Do que realmente tá na fonte
E ela viu todas as boas pessoas parecidas com pombos sendo abatidas
E ossos sendo reduzidos a pó por cavalos selvagens insanos
Nina, eu não sou nada, mas quando você olha embaixo dos armários
Eu sou lembrado que alguém tá chamando
E em cada quarto de cima um velho sujo tá corando
E os vizinhos perdem a energia enquanto a música quebra a janela

Essas grandes espirais, diagramas, vegetais e árvores vermelhas falantes
Jogue tudo fora
Presentes de papel idiotas oferecidos com as duas mãos são
Mais tristes que sonhos de corte de cabelo careca
Mais tristes que um filhote de papel em seu apartamento
Mais tristes que qualquer executor sem penas de matemática
Mais tristes que o triste
Micro-ondas tudo, adicione às poças
Me dê uma resposta, morra por beisebol
Motocicleta feita de pedras come essa chave do hotel e vai embora
Enfie esses papéis na sua calça
E faça a caminhada do único sobrevivente de volta pelo caminho que você veio

Nina sabe a razão que ela olhou pra dentro da boca
Do que é ser uma montanha
E ela viu todas as boas pessoas parecidas com pombos sendo abatidas
E ossos sendo reduzidos a pó por cavalos selvagens insanos
Nina, eu não sou nada, mas quando você deita no piano
Eu sou lembrado que sou burro, e em cada quarto de cima
A voz profunda e sorridente tá fazendo silêncio
Chutando tudo até virar pó
Jogando música pela janela
Uou, uou

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